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Publicado em 15-06-2007
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Em Moçambique, são 186 os anos de vida saudável perdidos anualmente por mil habitantes devido a problemas ambientais, que causam um total de 108 mil mortes no país, ligadas principalmente à malária e a doenças respiratórias.
O estudo da OMS "mostra que 13 milhões de mortes poderiam ser evitadas anualmente com a melhoria das condições ambientais”. “Em alguns países, mais de um terço do fardo de doenças poderia ser evitado, cita a Lusa"
A falta de qualidade da água, incluindo saneamento e higiene deficientes, e poluição, especialmente devido ao uso de combustíveis fósseis para preparação de alimentos e aquecimento, é responsável por mais de 10% das mortes em 23 países.
As principais vítimas são as crianças com menos de cinco anos, que representam 74% das vítimas, devido a diarreias e infecções respiratórias.
Os países pobres perdem cerca de 20 vezes mais anos de vida saudável por pessoa do que os que ricos, mostram ainda as estatísticas da OMS.
Apesar dos resultados, o estudo indica que "nenhum país é imune ao impacto ambiental na saúde; mesmo em países com melhores condições ambientais, os dados indicam que um sexto do fardo de doenças poderia ser evitado e que intervenções ambientais eficazes poderiam reduzir significativamente as doenças cardiovasculares e ferimentos causados por acidentes rodoviários".
Entre as intervenções recomendadas pela OMS estão a substituição de combustíveis fósseis nas casas por gás e eletricidade e melhoria da ventilação, modificação dos comportamentos, principalmente afastar as crianças do fumo.
Fonte: ASEMANA ONLINE